Atualmente, esse blog traz resenhas de Renato César Ribeiro feitas em 2005 para o blog Discografia Básica
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
George Harrison - All Things Must Pass
* Originalmente Postado por Renato Ribeiro em 17/05/2005 15:04 no blog Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:9
Lançado originalmente em 1970, All Things Must Pass é o primeiro disco de George Harrison fora dos Beatles. A música mais famosa presente aqui é My Swewt Lord, mas o disco não é somente isso. Wah-Wah, Isn’t It A Pitty, Let It Down e a música que dá nome ao disco são muito belas. Dizem que muitas destas canções foram compostas na época dos Beatles e John Lennon e Paul McCartney não quiseram gravar por que iriam ofuscar as suas composições. Acrediro que isto realmente aconteceria. Em 2001, All Things Must Pass foi relançado em uma edição especial em CD. Sendo duplo, ele traz outras gravações de estúdio que ficaram de fora do disco original, incluindo uma Jam Session (gravação ao vivo no estúdio), que está presente no segundo disco. A capa do disco de 1970 era em preto e branco, a versão de 2001 é colorida. Este relançamento é luxuoso, colorido, com texto de George Harrison e fotos novas, incluindo outras versões da capa. O site www.allthingsmustpass.com traz estas belas imagens e muitas outras informações.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Ramones - Loco Live
* Originalmente Postado por Renato Ribeiro em 10/05/2005 11:18 no blog Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:8
Você pode escutar Ramones nos discos gravados no estúdio. Mas, você só vai conhecê-los de verdade quando ouvir a banda ao vivo. Loco Live traz a maior banda punk que já existiu em sua melhor forma. Lançado em 1991, o show gravado em Barcelona, na Espanha, traz 33 músicas, com todos os clássicos da grande banda: Pet Sematary, Blitzkrieg Bop (o famoso Hey Ho Let’s Go), Rock N’ Roll High School e muitos outros. The Good, The Bad, The Ugly é a primeira música, aquela canção clássica de faroeste. Neste disco, os Ramones são Joey Ramone (vocal), Johnny Ramone (guitarra), C. Jay Ramone (baixo) e Marky Ramone (bateria). A banda durou ainda mais quatro anos. Depois disso, Joey lançou um disco solo e Marky continua com sua banda The Intruders. O último show da banda foi gravado e lançado em CD, com várias participações especiais como Eddie Vedder (vocalista do Pearl Jam), Dee Dee Ramone (baixo, que já estava fora da banda), além de Chris Cornell (vocal, hoje no Audioslave) e muitos outros. Deste disco saiu ainda uma versão gravada nos Estados Unidos, onde eles tocam três músicas diferentes. Ramones é influência até hoje de muitas bandas. Green Day, Offspring, Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam são apenas alguns exemplos.
Músicas:
1. The Good, The Bad, The Ugly
2. Durango 95
3. Teenage Lobotomy
4.Psycho Therapy
5.Blitzkrieg Bop
6.Do You Remember Rock'N'Roll Radio?
7.I Believe In Miracles
8.Gimme Gimme Shock Treatment
9.Rock'N'Roll Highschool
10.I Wanna Be Sedated
11.The KKK Took My baby Away
12.I Wanna Live
13.Bonzo Goes To Bitburg
14.Too Tough To Die
15.Sheena Is A Punkrocker
16.Rockaway Beach
17.Pet Sematary
18.Don't Bust My Chops
19.Palisades Park
20.Mama's Boy
21.Animal Boy
22.Wart Hog
23.Surfin' Bird
24.Cretin Hop
25.I Don't Wanna Walk Around With You
26.Todat Your Love, Tomorrow The World
27.Pinhead
28.Somebody Put Something In My Drink
29.Beat On The Brat
30.Judy Is A Punk
31.Chinese Rock
32.Love Kills
33.Ignorance Is Bliss
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Black Sabbath - The Best Of Black Sabbath
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 03/05/2005 10:50 no blog Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:7
Esta é uma das várias coletâneas existentes desta banda. O Black Sabbath é uma dos grandes grupos do Heavy Metal mundial. Provavelmente, se não tivesse existido, o estilo não seria o que é hoje. Este disco focaliza mais a fase de Ozzy Osbourne nos vocais, esta é a parte que a grande maioria dos fãs diz ser a melhor mesmo. São 32 músicas divididas em dois CDs de 16, sendo apenas 3 com outros vocalistas. Ronnie James Dio canta em Heaven and Hell e Turn Up The Night. Ian Gillan canta na faixa que traz The Dark e Zero The Hero. As músicas dos dois CDs estão em ordem cronológica de lançamento. Como Ozzy Osbourne cantou desde o começo até 1980 e depois vieram os outros vocalistas, as músicas destes vem no final do segundo disco. No encarte há um texto de abril de 2000, mesmo ano em que esta coletânea foi lançada, escrito por Hugh Gilmour contando um pouco da história da banda. The Best Of Black Sabbath traz os maiores clássicos da banda, músicas como Black Sabbath, War Pigs, Paranoid e Iron Man não poderiam ficar de fora.
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
AC/DC - Back In Black
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 26/04/2005 11:52 no blog Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:6
Este é um grande clássico da música moderna. Lançado em 25 de julho de 1980, Back In Black tem este nome, pois a banda estava voltando a atividade depois da morte do vocalista Bon Scott no dia 19 de fevereiro do mesmo ano. “Voltando de preto” seria estar em luto. Mas, ao invés de ficar parados lamentando, o AC/DC lançou seu maior sucesso: a música Back In Black, do disco de mesmo nome. Este foi o álbum de heavy metal mais vendido da história chegando a 10 milhões de cópias. O vocalista Brian Johnson, que entrou para a banda neste disco, está nela até hoje. Com sua capa preta como tributo ao vocalista falecido, o álbum traz ainda outros grandes sucessos do AC/DC como Hells Bells, Shoot To Thrill e You Shook Me All Night Long. Além de uma resposta aos que criticam o rock como sendo apenas barulho em Rock And Roll Ain’t Noise Pollution. Com seu guitarrista caricato, Angus Young, o AC/DC se mantém como uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. O disco ganhou uma versão especial em CD em 2003 com música bônus, vídeos, fotos e conteúdo especial no site da banda www.acdcrocks.com.
Músicas:
1. Hells Bells
2. Shoot To Thrill
3. What Do You Do For Money Honey
4. Givin The Dog A Bone
5. Let Me Put My Love Into You
6. Back In Black
7. You Shook Me All Night Long
8. Have A Drink On Me
9. Shake A Leg
10. Rock And Roll Ain’t Noise Pollution
Integrantes da banda na época:
Angus Young – guitarra
Brian Johnson – vocal
Malcom Young – guitarra
Cliff Williams – baixo
Phill Rudd – bateria
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Iron Maiden - Fear Of The Dark
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 19/04/2005 15:13 - Discografia Básica http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:5
Lançado em 1992, Fear Of The Dark é um dos grandes discos de Heavy Metal já lançados. A música que dá nome ao disco não pode faltar em nenhum show do Iron Maiden. Além deste grande clássico, também aparecem músicas como “Wasting Love” e “Afraid to Shoot Strangers” que tem um começo muito belo. Foram gravados videoclipes das músicas “Be Quick Or Be Dead” e “From Here To Eternity”, estes estão contidos na versão em CD lançada em 1998 com extras para serem vistos em computadores. Além disto, há também outros bônus como a biografia da banda, galerias de fotos e links para Internet. A turnê deste disco chegou ao Brasil: no dia 31 de julho de 1992, o Iron Maiden tocou no Maracanãzinho. Foram feitos shows deste álbum desde a Islândia até a Austrália e a Nova Zelândia, passando pelos Estados Unidos da América, Canadá e América Central.
Integrantes da banda na época do disco:
Bruce Dickinson – vocal
Dave Murray – guitarra
Janick Gers – guitarra
Steve Harris – baixo
Nicko McBrain – bateria
Músicas:
Be Quick Or Be Dead
From Here To Eternity
Afraid To Shoot Strangers
Fear Is The Key
Childhood’s End
Wasting Love
The Fugitive
Chains Of Misery
The Apparition
Judas Be My Guide
Weekend Warrior
Fear Of The Dark
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Pink Floyd - The Wall
Este é um dos grandes clássicos da música moderna. Todo mundo que vive no planeta Terra e tem mais de 10 anos de idade conhece Another Brick In The Wall part 2. "We don't need no education" deve ser uma das frases mais citadas quando se menciona música. Lançado em 1979, além do próprio disco, existe o filme lançado na mesma época, ambos são incríveis e fascinantes. Além do hino de todos que não gostam de estudar, no disco ainda estão presentes outros clássicos como Mother e Confortably Numb. O show da turnê deste álbum era incrível, com um gigantesco muro e diversos bonecos infláveis gigantes. Em 1990, o baixista Roger Waters, já fora do Pink Floyd, fez o show The Wall live in Berlim, fazendo alusão à queda do muro que separou a cidade na época da Guerra Fria. Durante o show, é montado um muro gigantesco entre o público e a banda, ficando durantes duas músicas entre os dois, e sendo derrubado, dando um visual magnífico. Este espetáculo é um misto de show musical com teatro. Contendo também alusões ao filme. The Wall, o filme, é passado até em salas de aula, para se estudar como uma vida pode ficar, por causa de bebidas e drogas. Tanto em disco quanto em CD, o álbum é duplo, estando o "hino" no primeiro. O clipe da música Another Brick In The Wall part 2 é uma parte do filme, em que há um professor tirano na sala de aula, e depois ele coloca alunos em fila para serem triturados como se fossem porcos ou algum outro animal criado para dar carne. O refrão da música com as crianças deve ser um dos mais famosos de todos os tempos. Hoje em dia, a banda está com um problema, pois estas crianças não ganharam nenhum tostão para fazer esta participação e hoje estão entrando na justiça para receberem a que têm direito.
Músicas:
disco 1
1. In The Flesh?
2. The Thin Ice
3. Another Brick In The Wall part 1
4. The Happiest Days of our Lives
5. Another Brick In The Wall part 2
6. Mother
7. Goodbye Blue Sky
8. Empty Spaces
9. Young Lust
10. One Of My Turns
11. Don't Leave Me Now
12. Another Brick In The Wall part 3
13. Goodbye Cruel World
disco 2
1. Hey You
2. Is There Anybody Out There?
3. Nobody Home
4. Vera
5. Bring The Boys Back Home
6. Confortably Numb
7. The Show Must Go On
8. In The Flesh
9. Run Like Hell
10. Waiting For The Worms
11. Stop
12. The Trial
13. Outside the Wall
Integrantes:
Roger Waters
David Gilmour
Nick Mason
Richard Wright
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 12/04/2005 11:56 - Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:4
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domingo, 25 de novembro de 2012
Metallica - S & M
Este é o surpreendente Symphony e Metallica. Aqui a grande banda de metal toca em conjunto com a Orquestra Sinfônica de San Francisco. Este CD lançado em 1999 contém músicas de vários outros discos da banda, mas todas elas com o diferencial de ter a orquestra acompanhando. São apenas duas músicas inéditas: Human e No Leaf Clover. No disco ainda estão outros clássicos como Nothing Else Matters, Master of Puppets e The Memory Remains. Ainda tem uma música que apenas a orquestra toca: The Ecstasy of Gold. A orquestra é regida por Michael Kamen, que além deste disco fez muitos filmes para Hollywood, sendo homenageado postumamente na entrega do Oscar do ano passado. Tanto em DVD como em CD, são dois discos contendo as grandes músicas. No DVD, pode-se escolher dar mais ênfase para a banda, para a orquestra, ou escutar como foi para o CD, com as duas trabalhando em harmonicamente em conjunto. Este foi o último disco lançado com Jason Newsted no baixo, tendo sido substituído por Robert Trujillo. O show foi gravado nos dias 21 e 22 de abril de 1999, no Berkley's Community Theatre.
Músicas:
Disco 1
The Ecstasy of Gold
Call of Ktulu
Master of Puppets
Of Wolf And Man
The Thing That Should Not Be
Fuel
The Memory Remains
No Leaf Clover
Hero Of The Day
Devil's Dance
Bleeding Me
Disco 2
Nothing Else Matters
Until It Sleeps
For Whom The Bell Tolls
Human
Wherever I May Roam
Outlaw Torn
Sad But True
One
Enter Sandman
Battery
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 05/04/2005 13:45 no Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:3
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Led Zeppelin - (sem título)
Este é o quarto álbum do Led Zeppelin, de 1971. Foi com este que eles se tornaram a grande banda de rock conhecida até hoje por milhares de pessoas, graças a música Stairway To Heaven. Este disco contém várias lendas e histórias. A começar pelo nome, que ninguém sabe ao certo qual é. Muitos chamam de 4, outros de Four Simbols, por que nele aparecem os símbolos que representavam cada integrante da banda, e outros chama de sem título mesmo. Eu escolhi o terceiro, por que é assim que aparece no site oficial da banda: www.led-zeppelin.com . Outra história é sobre o velhinho que está desenhado na capa, diz a lenda que este seria o Jimmy Page (guitarrista da banda) idoso. Mas, a mais famosa das histórias é sobre a música Stairway To Heaven, que teria mensagens demoníacas em sua letra, há ainda a história de que eles teriam vendido a alma ao diabo para conquistar o sucesso... O disco ainda contém Black Dog e Rock And Roll, outras duas grandes músicas que provam toda a competência da banda.
Músicas:
1. Black Dog
2. Rock And Roll
3. The Battle Of Evermore
4. Stairway To Heaven
5. Misty Mountain Hop
6. Four Sticks
7. Going To California
8. When The Levee Breaks
* Texto originalmente Postado por Renato Ribeiro em 29/03/2005 11:53
no Discografia Básica - http://fotolog.terra.com.br/classicosdamusica:2
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Pearl Jam - "Ten"
Este ("Ten") é o primeiro disco do Pearl Jam, um dos maiores expoentes do movimento grunge que apareceu no começo dos anos 90 nos EUA. Entre as músicas que se destacam estão "Black", "Even Flow" e "Jeremy". Para se ter uma idéia do sucesso deste álbum, o clipe de "Jeremy" ganhou o prêmio de melhor clipe do Video Music Awards da MTV em 1993, o álbum foi lançado em 1991. Este mesmo clipe trouxe problemas para a banda que teve seu nome ligado a um assassinato e suicídio de um garoto nos EUA que tinha o disco da banda. No clipe, um garoto entra numa sala de aula e mata os alunos, tudo aparecendo de forma atenuada, e este garoto fez exatamente o mesmo. Por causa disso, a banda ficou até 1998 sem fazer clipes. Esta é a banda que tem mais duração com maior sucesso de todas do movimento grunge, estando até hoje forte entre seus fãs.
Músicas:
1. Once
2. Even Flow
3. Alive
4. Why Go
5. Black
6. Jeremy
7. Oceans
8. Porch
9. Garden
10. Deep
11. Release (Master/Slave)
Postado por Renato Ribeiro em 22/03/2005 15:37
* Texto publicado originalmente em março de 2005 no meu antigo blog "Discografia Básica"
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Rock In Rio - Metallica, rock e novo guitarrista do Red Hot Chili Peppers
Metallica fez o melhor show do Rock In Rio até agora. Foto: Photo Rio News
Acabou-se o primeiro fim de semana do Rock In Rio 2011. Apesar de não ter acompanhado tudo que gostaria do tão divulgado evento, reservo-me a citar alguns tópicos. Com alegria, cito que o Metallica (foto acima) foi a melhor apresentação até agora dessa edição do evento. Digo a alegria, pois em um Rock In Rio, nada mais correto do que o melhor estilo ser o que dá nome a tudo isso. Como ponto negativo, destaco a pouca expressividade do atual guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer.
O Metallica demonstrou bem como fazer uma plateia gigantesca se animar. Grandes sucessos bem executados como "For Whom The Bell Tolls" e "Ride The Lightning" fez a alegria dos fãs, que já haviam escutado o som pesado do Slipknot, com suas máscaras assombrosas e sua música de nu metal, da qual sinto falta uns solos de guitarra em meio a batidas de tambores e riffs não valorizados.
O show do Slipknot não foi ruim, mas não se compara à qualidade demonstrada pelo Metallica. Qualidade essa que pode ser conferida em DVDs anteriores do grupo como o "Orgulho, Paixão e Glória", gravado no México em 2009. Com algumas pirotecnias, o grupo formado por James Hetfield, Kirk Hammet, Robert Trujillo e Lars Ulrich dificilmente decepciona.
Ao contrário do Red Hot Chili Peppers. A principal atração do Palco Mundo, de sábado, já é conhecida por muitos de não fazer shows excepcionais. Bastante ligado ao carisma, o grupo perdeu muito com a saída do antigo guitarrista John Frusciante. O atual Josh Klinghoffer não consegue transmitir a mensagem ao tocar as mesmas músicas de Frusciante. Isso fica evidente ao vivo.
O baixista Flea é o melhor instrumentista do Red Hot Chili Peppers e não decepciona ao vivo. O baterista Chad Smith não é tão bom quanto outros musicistas de seu instrumento, mas também não causa problemas. O vocalista Anthony Kiedis nunca foi um exímio da voz, sendo que no início fez mais fama por suas estripulias no palco do que pela qualidade vocal. Mas sem Frusciante,
definitivamente, o Red Hot Chili Peppers não é o mesmo.
Red Hot Chili Peppers do vocalista Anthony Kiedis não é a mesma coisa sem Frusciante
Ponto positivo também para o Capital Inicial que tocou na noite de sábado. Com o carisma do vocalista Dinho Ouro Preto e seus grandes sucessos dignos de uma das maiores bandas nacionais de rock da atualidade, dificilmente a banda desagradaria. Eles fizeram todo mundo pular ao tocar a clássica "Should I Stay or Should I Go", do The Clash, e conseguiu um coro de 100 mil pessoas no super hit "Primeiros Erros", originalmente de Kiko Zambianchi. A música "Veraneio Vascaína", de composição própria dos anos 1980, foi muito bem executada e deu o ar que um evento desses merece.
Da outra principal atração, Elton John, não posso falar muito. Digo que tenho respeito pelo tempo de estrada de uma das grandes figuras do pop mundial de todos os tempos e é merecido que tenha destaque tão grande em um evento desses.
Alguns nomes colocados no Palco Mundo, o principal do Rock In Rio, são discutíveis. Do primeiro dia, eu tiraria a Claudia Leitte dali e puxaria a Joss Stone do palco secundário do dia 29 de setembro, quinta-feira. No domingo, trocaria a Gloria, uma banda nacional de metal gritado sem muita expressão, pelo Sepultura, que injustamente tocou no Palco Sunset. Ainda nesse dia do metal, dava para tirar o Coheed And Cambria do espaço principal e colocar o Angra com a Tarja Turunen do palco secundário.
Os próximos dias de Rock In Rio prometem coisa boa. Na quinta-feira, dia 29, tem Stevie Wonder e Jamiroquai. Não me interesso por Ke$ha, que acredito deva ser um dos shows mais fracos do Palco Mundo. Na sexta-feira, tem o pop bem feito de Shakira e Lenny Kravitz. Marcelo D2, Jota Quest e Ivete Sangalo devem fazer boas apresentações, mas já são caras bem conhecidas dos eventos nacionais. (Ivete Sangalo é BEM melhor que Claudia Leitte, na minha opinião).
A noite de sábado, 1° de outubro, tem tudo para ser bem parada. Tendo Coldplay como atração principal e Maroon 5 também no Palco Mundo, as coisas devem ficar bem calmas mesmo. Eu colocaria essas bandas em um domingo.
Capital Inicial fez o melhor show do primeiro sábado do Rock In Rio
No dia 2 de outubro, o Rock In Rio tem tudo para acabar em grande estilo com Evanescence, System Of A Down e Guns N Roses. As três bandas são conhecidas por bons discos de estúdio (o novo Guns N Roses talvez nem isso) e por shows nem tanto. Dizem que a vocalista Amy Lee não consegue cantar as músicas tecnicamente difíceis ao vivo. Parece que o System Of A Down fica meio "apagado" sem as técnicas de controle de som de estúdios e Axl Rose atualmente está muito longe do que já foi um dia. Por mais que dê tudo errado, pelo menos o evento terá seu fim rodeado de polêmicas apresentações.
Antes que alguém reclame de minhas opiniões, digo que gosto da grande maioria dos artistas aqui citados e gostaria de vê-los ao vivo. Não pude ir ao Rock In Rio por vários motivos, de financeiro a compromissos de trabalho, mas tenho acompanhado o evento.
Dicas de músicas de alguns artistas citados:
Metallica - "Nothing Else Matters" e "Enter Sandman"
Red Hot Chilli Peppers - "Universally Speaking" e "Under The Bridge"
Capital Inicial - "Como Se Sente" e "Veraneio Vascaína"
Sepultura - "Territory" e "Roots Bloody Roots"
Joss Stone - "Fell In Love With A Boy" e "Super Duper Love"
Angra - "Nova Era" e "Angels and Demons"
Stevie Wonder - "Superstition" e "Higher Ground"
Shakira - "Rabiosa" e "Ciega, Sordomuda" (versão do Unplugged MTV)
System Of A Down - "Aerials" e "Toxicity"
Guns N Roses - "November Rain" e "Welcome to the Jungle"
Acabou-se o primeiro fim de semana do Rock In Rio 2011. Apesar de não ter acompanhado tudo que gostaria do tão divulgado evento, reservo-me a citar alguns tópicos. Com alegria, cito que o Metallica (foto acima) foi a melhor apresentação até agora dessa edição do evento. Digo a alegria, pois em um Rock In Rio, nada mais correto do que o melhor estilo ser o que dá nome a tudo isso. Como ponto negativo, destaco a pouca expressividade do atual guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer.
O Metallica demonstrou bem como fazer uma plateia gigantesca se animar. Grandes sucessos bem executados como "For Whom The Bell Tolls" e "Ride The Lightning" fez a alegria dos fãs, que já haviam escutado o som pesado do Slipknot, com suas máscaras assombrosas e sua música de nu metal, da qual sinto falta uns solos de guitarra em meio a batidas de tambores e riffs não valorizados.
O show do Slipknot não foi ruim, mas não se compara à qualidade demonstrada pelo Metallica. Qualidade essa que pode ser conferida em DVDs anteriores do grupo como o "Orgulho, Paixão e Glória", gravado no México em 2009. Com algumas pirotecnias, o grupo formado por James Hetfield, Kirk Hammet, Robert Trujillo e Lars Ulrich dificilmente decepciona.
Ao contrário do Red Hot Chili Peppers. A principal atração do Palco Mundo, de sábado, já é conhecida por muitos de não fazer shows excepcionais. Bastante ligado ao carisma, o grupo perdeu muito com a saída do antigo guitarrista John Frusciante. O atual Josh Klinghoffer não consegue transmitir a mensagem ao tocar as mesmas músicas de Frusciante. Isso fica evidente ao vivo.
O baixista Flea é o melhor instrumentista do Red Hot Chili Peppers e não decepciona ao vivo. O baterista Chad Smith não é tão bom quanto outros musicistas de seu instrumento, mas também não causa problemas. O vocalista Anthony Kiedis nunca foi um exímio da voz, sendo que no início fez mais fama por suas estripulias no palco do que pela qualidade vocal. Mas sem Frusciante,
definitivamente, o Red Hot Chili Peppers não é o mesmo.
Red Hot Chili Peppers do vocalista Anthony Kiedis não é a mesma coisa sem Frusciante
Ponto positivo também para o Capital Inicial que tocou na noite de sábado. Com o carisma do vocalista Dinho Ouro Preto e seus grandes sucessos dignos de uma das maiores bandas nacionais de rock da atualidade, dificilmente a banda desagradaria. Eles fizeram todo mundo pular ao tocar a clássica "Should I Stay or Should I Go", do The Clash, e conseguiu um coro de 100 mil pessoas no super hit "Primeiros Erros", originalmente de Kiko Zambianchi. A música "Veraneio Vascaína", de composição própria dos anos 1980, foi muito bem executada e deu o ar que um evento desses merece.
Da outra principal atração, Elton John, não posso falar muito. Digo que tenho respeito pelo tempo de estrada de uma das grandes figuras do pop mundial de todos os tempos e é merecido que tenha destaque tão grande em um evento desses.
Alguns nomes colocados no Palco Mundo, o principal do Rock In Rio, são discutíveis. Do primeiro dia, eu tiraria a Claudia Leitte dali e puxaria a Joss Stone do palco secundário do dia 29 de setembro, quinta-feira. No domingo, trocaria a Gloria, uma banda nacional de metal gritado sem muita expressão, pelo Sepultura, que injustamente tocou no Palco Sunset. Ainda nesse dia do metal, dava para tirar o Coheed And Cambria do espaço principal e colocar o Angra com a Tarja Turunen do palco secundário.
Os próximos dias de Rock In Rio prometem coisa boa. Na quinta-feira, dia 29, tem Stevie Wonder e Jamiroquai. Não me interesso por Ke$ha, que acredito deva ser um dos shows mais fracos do Palco Mundo. Na sexta-feira, tem o pop bem feito de Shakira e Lenny Kravitz. Marcelo D2, Jota Quest e Ivete Sangalo devem fazer boas apresentações, mas já são caras bem conhecidas dos eventos nacionais. (Ivete Sangalo é BEM melhor que Claudia Leitte, na minha opinião).
A noite de sábado, 1° de outubro, tem tudo para ser bem parada. Tendo Coldplay como atração principal e Maroon 5 também no Palco Mundo, as coisas devem ficar bem calmas mesmo. Eu colocaria essas bandas em um domingo.
Capital Inicial fez o melhor show do primeiro sábado do Rock In Rio
No dia 2 de outubro, o Rock In Rio tem tudo para acabar em grande estilo com Evanescence, System Of A Down e Guns N Roses. As três bandas são conhecidas por bons discos de estúdio (o novo Guns N Roses talvez nem isso) e por shows nem tanto. Dizem que a vocalista Amy Lee não consegue cantar as músicas tecnicamente difíceis ao vivo. Parece que o System Of A Down fica meio "apagado" sem as técnicas de controle de som de estúdios e Axl Rose atualmente está muito longe do que já foi um dia. Por mais que dê tudo errado, pelo menos o evento terá seu fim rodeado de polêmicas apresentações.
Antes que alguém reclame de minhas opiniões, digo que gosto da grande maioria dos artistas aqui citados e gostaria de vê-los ao vivo. Não pude ir ao Rock In Rio por vários motivos, de financeiro a compromissos de trabalho, mas tenho acompanhado o evento.
Dicas de músicas de alguns artistas citados:
Metallica - "Nothing Else Matters" e "Enter Sandman"
Red Hot Chilli Peppers - "Universally Speaking" e "Under The Bridge"
Capital Inicial - "Como Se Sente" e "Veraneio Vascaína"
Sepultura - "Territory" e "Roots Bloody Roots"
Joss Stone - "Fell In Love With A Boy" e "Super Duper Love"
Angra - "Nova Era" e "Angels and Demons"
Stevie Wonder - "Superstition" e "Higher Ground"
Shakira - "Rabiosa" e "Ciega, Sordomuda" (versão do Unplugged MTV)
System Of A Down - "Aerials" e "Toxicity"
Guns N Roses - "November Rain" e "Welcome to the Jungle"
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Skank - "Cosmotron"
O Skank surgiu em 1991 em Belo Horizonte, Minas Gerais. Desde lá, a banda já somou vários sucessos como “Garota Nacional” e a versão para a música de Roberto Carlos “É Proibido Fumar”. Porém, somente em 2003, com “Cosmotron”, eles demonstraram maturidade musical. Na época de lançamento do CD, receberam várias críticas positivas e canções como “Dois Rios” e “Vou Deixar” marcaram presença nas paradas de sucessos.
Até hoje, “Vou Deixar” é uma das músicas mais tocadas em festas de formatura. Com sua frase “Vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser”, a faixa se tornou símbolo de liberdade após tantos anos de noites ocupadas com estudos. Mas, “Cosmotron” apresenta mais do que duas músicas boas.
“As Noites” traz um ar de calmaria muito bem trabalhada. A canção apresenta uma espécie de nostalgia através de sua melodia. “Pegadas na Lua” é um rockzinho ao violão com um interessante crescente comedido. Em “Por Um Triz”, o Skank adentra mais ao rock, mesmo assim, com a marca musical da banda.
A grande canção de amor do disco é “Formato Mínimo”, que conta a história de um romance moderno com direito a todas as nuances características. Um rock um pouco mais pesado e dançante está presente em “Os Ofendidos”, que, ainda, contém um ritmo mais próximo da música eletrônica. Característica que fica mais clara na última faixa, “Sambatron”.
Neste disco de 2003, eles foram bastante comparados ao brit pop, Beatles e psicodelia, características bem claras em várias faixas. Por isso tudo, “Cosmotron” é um dos álbuns mais rock do Skank e tido por muitos como o melhor deles.
Integrantes:
Samuel Rosa – guitarra e voz
Lelo Zaneti – baixo
Henrique Portugal – teclados
Haroldo Ferretti – bateria
Faixas do disco:
1. Supernova
2. As Noites
3. Pegadas Na Lua
4. Amores Imperfeitos
5. Por Um Triz
6. Dois Rios
7. Nômade
8. Vou Deixar
9. Formato Mínimo
10. Resta Um Pouco Mais
11. Os Ofendidos
12. É Tarde
13. Um Segundo
14. Sambatron
Postado originalmente em O Caminhante Noturno no dia 29 de novembro de 2007
http://ocaminhantenoturno.blogspot.com/2007/11/skank-cosmotron.html
Até hoje, “Vou Deixar” é uma das músicas mais tocadas em festas de formatura. Com sua frase “Vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser”, a faixa se tornou símbolo de liberdade após tantos anos de noites ocupadas com estudos. Mas, “Cosmotron” apresenta mais do que duas músicas boas.
“As Noites” traz um ar de calmaria muito bem trabalhada. A canção apresenta uma espécie de nostalgia através de sua melodia. “Pegadas na Lua” é um rockzinho ao violão com um interessante crescente comedido. Em “Por Um Triz”, o Skank adentra mais ao rock, mesmo assim, com a marca musical da banda.
A grande canção de amor do disco é “Formato Mínimo”, que conta a história de um romance moderno com direito a todas as nuances características. Um rock um pouco mais pesado e dançante está presente em “Os Ofendidos”, que, ainda, contém um ritmo mais próximo da música eletrônica. Característica que fica mais clara na última faixa, “Sambatron”.
Neste disco de 2003, eles foram bastante comparados ao brit pop, Beatles e psicodelia, características bem claras em várias faixas. Por isso tudo, “Cosmotron” é um dos álbuns mais rock do Skank e tido por muitos como o melhor deles.
Integrantes:
Samuel Rosa – guitarra e voz
Lelo Zaneti – baixo
Henrique Portugal – teclados
Haroldo Ferretti – bateria
Faixas do disco:
1. Supernova
2. As Noites
3. Pegadas Na Lua
4. Amores Imperfeitos
5. Por Um Triz
6. Dois Rios
7. Nômade
8. Vou Deixar
9. Formato Mínimo
10. Resta Um Pouco Mais
11. Os Ofendidos
12. É Tarde
13. Um Segundo
14. Sambatron
Postado originalmente em O Caminhante Noturno no dia 29 de novembro de 2007
http://ocaminhantenoturno.blogspot.com/2007/11/skank-cosmotron.html
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
"Ainah - A Estrela das Águas"
fotos: Renato César Ribeiro"Ainah - A Estrela das Águas" é uma fábula musical apresentada pelos formandos do curso de Licenciatura em Música da Escola de Músicas e Belas Artes do Paraná (Embap) nesse ano de 2009. Com a direção musical de Renan Gabriel Pinheiro Gonçalves e coordenação geral da professora Jaira Paiva Perin, chefe do Departamento de Disciplinas Pedagógicas, o espetáculo não deve nada a qualquer outro apresentado seja em Curitiba ou em qualquer outra cidade de Joinville.
A peça foi apresentada na Capela Santa Maria, em Curitiba, (local da foto acima) nos dias 6 e 7 de novembro, às 15h30min e às 20 horas respectivamente. No dia 11, a encenação ocorreu no Auditório Paul Garfunkel da Biblioteca Pública do Paraná também na capital do estado. Nesta quarta-feira, dia 18, o evento está marcado para às 20 horas no Auditório Bento Mossurunga, na Escola de Música Belas Artes do Paraná, na mesma cidade.
Com um quarteto de cantoras afinadíssimo, composto por Caroline Caregnato, soprano; Vivian Schwaner, soprano; Renata Gorosito, soprano, a Ainah; Jaqueline Herberts, mezzo-soprano, a peça encanta pela leveza transpassada. A história conta ainda com um coral que invade o palco em duas faixas para dar aquela grandiosidade ao evento.
Apesar de ser uma peça de final de curso de estudantes, ela poderia ser encenada mais vezes e viajar o País. O público de todos os cantos do Brasil merecem ter o privilégio de ter um espetáculo dessa leveza e beleza em seus teatros.

Dados do espetáculo
Ainah - A Estrela das Águas
Autor: Carlos Alberto Assis
Ainah: Renata Gorosito
Airequecê Jaci: Felipe Augusto Barsch
Índias: Caroline Caregnato, Jaqueline Herberts e Vivian Schwaner
Direção Musical: Renan Gabriel Pinheiro Gonçalves
Direção Artística: Amanda da Silva e Renata Gorosito
participações especiais: Gabriel Gorosito e Wagner Adriano de Cristo
Cenário: Caroline Caregnato
Figurino: Amanda da Silva, Caroline Caregnato e Carla Justus
Ilustração: Caroline Caregnato
Projeto Gráfico: Ivana Lima
Coordenação Geral: Jaira Paiva Perin
Agradecimentos: Sueli Peixoto de Alencar, Ivana Lima, Haydée Gorosito, Jovita Nascimento Malachini, Gabriel Gorosito, Wagner de Cristo, Rafael Guedes, Flavio Cantador Coimbra.
Programa
ABERTURA
Flautim: Danielle Costa Zarur
Flauta transversal: Lilian Kroker
Violino: Daniela Reinhardt Schäfer, Adriane Ribas, Amanda da Silva, Dilza Helena Kjellin, Patrícia Girardeli Jardim
Trompete: Anderson Moraes de Paula, Edison Soncini de Lima, Cleber Cardoso Bittencourt
Sax tenor: Elizeu da Silva
Trombone: José Galdino Silva Filho
Violão: Paulo Jurandir Ferreira
Teclado: Germano Roque Stein
Piano: Bibiana Bragagnolo
Baixo: Renan Gabriel Pinheiro Gonçalves
INTRODUÇÃO
Trompete: Cleber Cardoso Bittencourt, Anderson Moraes de Paula, Edison Soncini de Lima
SABIÁ
Flauta transversal: Lilian Kroker
CAI A TARDE
Piano: Carla Justus
Coro
LUA, LUA (canção de Caetano Veloso)
Soprano: Caroline Caregnato, Vivian Schwaner, Renata Gorosito
Mezzo-soprano: Jaqueline Herberts
Flauta transversal: Lilian Kroker
Violino: Daniela Reinhardt Schäfer, Adriane Ribas
Flauta transversal: Danielle Costa Zarur
MENINA
Barítono: Felipe Augusto Barsch
Violino: Daniela Reinhardt Schäfer, Adriane Ribas, Amanda da Silva
Piano: Tiago Gulmine da Silva
Baixo: Renan Gabriel Pinheiro Gonçalves
Bateria: Flavio Cantador Coimbra
É TUDO ILUSÃO
Soprano: Caroline Caregnato, Vivian Schwaner
Mezzo-soprano: Jaqueline Herberts
Sax: Elizeu da Silva
Baixo: Renan Gabriel Pinheiro Gonçalves
Bateria: Flavio Cantador Coimbra
CANÇÃO DE AINAH
Soprano: Renata Gorosito
Piano: Germano Roque Stein
ELEGIA PARA A MORTE DE AINAH
Trombone: José Galdino Silva Filho
Piano: Kelly Duck
FINAL
Violino: Adriane Ribas
Flauta transversal: Danielle Costa Zarur, Lilian Kroker
Piano: Tiago Gulmine da Silva
Coro
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Ray Charles - "20 Super Sucessos"

A princípio, é de se duvidar desses CDs que normalmente estão em promoção, destas coletâneas, como essa "20 Super Sucessos". Mas Ray Charles é sempre Ray Charles. É garantia de grandes canções. E nessas 20 faixas, há várias delas. Começando pela primeira: "I Can't Stop Lovin' You". Essa é aquela mesma que todo mundo conhece. Em seqüência, mais uma das bem românticas: "Baby, It's Cold Outside".
Provavelmente o grande clássico de Ray Charles está na terceira faixa: "Georgia On My Mind". A canção dançante da época é como "Unchain My Heart", que ganhou uma excelente seqüência no filme "Ray", de 2004, do diretor Taylor Hackford, com o premiado pelo Oscar Jamie Foxx no papel título. Outra marcante canção é a inspirada "Ruby".
Quem gosta de um som mais agitado pode tocar o hit "Hit The Road Jack". Nessa coletânea, foram incluídos algumas versões de músicas dos Beatles: "Eleanor Rigby" e "Yesterday". No CD dá para perceber bem as faixas das diversas fases, inclusive na voz do cantor. "20 Super Sucessos" de Ray Charles fecha em alto astral com "Baby Let Me Hold Your Hand".
Dados do álbum
Cantor: Ray Charles
Nome: 20 Super Sucessos
Seleção de repertório: Assis Cavalcanti
Músicas
1. I Can't Stop Lovin You
2. Baby, It's Cold Outside
3. Georgia On My Mind
4. Cry
5. Unchain My Heart
6. Ruby
7. Stella By Starlight
8. Hit The Road Jack
9. Eleanor Rigby
10. People
11. Yesterday
12. Your Cheatin' Heart
13. Sweet Memories
14. That Lucky Old Sun Just Rolls Around Heaven
15. All To Myself
16. I'm Going Down To The River
17. I Wonder Who's Kissing Her Now
18. C.C.Rieder
19. Kiss Me Baby
20. Baby Let Me Hold Your Hand
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
"Wall-E"

Ultimamente, as melhores produções lançadas são, em geral, animações. "Procurando Nemo", de 2003, "Monstros S.A.", de 2001; e "Os Incríveis", de 2004, são alguns exemplos disso. Dentro dessa linha, surge o vencedor do Oscar de melhor animação desse ano: "Wall-E". Lançado em 2008, o filme conta a história do último remanescente de uma espécie de robôs que tem a tarefa de limpar. Sozinho no mundo, ele faz o seu trabalho diariamente. Sua "vida" muda quanto um novo ser de metal aparece, intitulado "Eva", e ele se apaixona.
"Wall-E" ganha já por seus gráficos visuais. O pessoal comandado pelo diretor Andrew Stanton, de "Procurando Nemo", "Ratatouille" e todos os principais lançamentos da Pixar, está melhorando cada vez mais suas técnicas. As imagens estão cada vez mais deslumbrantes. É isso que vemos em "Wall-E".
Porém a produção não se limita ao visual. A história vai contagiando o espectador, que se sente cada vez mais interessado pelo que acontece. Os produtores conseguiram introduzir bem a ideia de mundo do futuro, são 700 anos à frente, como se descobre depois. Quem assiste consegue adentrar ao universo do robozinho e entender como as coisas acontecem de uma forma bem fácil.
Fica nítido o espanto do robô ao receber a visitante Eva. De uma forma rápida, direta e bem funcional, o enredo se desenvolve sem atropelos e sem "encher linguiça". Wall-E sofre uma profunda transformação em seu mundo, inclusive quando o contato com os humanos surge.
Aliás, o futuro do ser humano é algo bem possível. Em 700 anos, as pessoas teriam deixado de caminhar, sendo transportadas por uma espécie de cadeira de rodas sem rodinhas. Tudo que se pede, um robô traz. A alimentação se torna um líquido pastoso com os nutrientes necessários.
Sem mobilidade, as pessoas se tornam obesas. Com o desenvolvimento das tecnologias, todos andam com mini-telas em sua frente, em que entram em contato com seus amigos. E, assim, deixam de prestar atenção ao seu mundo. É um futuro de certa forma sombrio, mas apresentado de uma forma bem leve, afinal, essa é uma produção infantil.
Existe a crítica em relação ao futuro do planeta Terra, que se tornou um imenso lixão, assim como as milhares de bugigangas tecnológicas na órbita do planeta. É tudo bastante possível. Dá para perceber que o que é mostrado no filme realmente pode acontecer.
Então, diante da excelente qualidade visual, incluindo um enredo interessante e bem desenvolvido, e ainda somando uma crítica contundente apresentada de forma leve, o filme "Wall-E" é uma interessante escolha. Não é preciso ter filhos para gostar. Recomendável para crianças e adultos.
Dados do filme
"Wall-E"
título original: "Wall-E"
gênero: animação
duração: 98 minutos
ano de lançamento: 2008
direção: Andrew Stanton
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Led Zeppelin - "Physical Graffiti"

Após a gritaria dos primeiros discos e a euforia do super badalado álbum de 1971, que tem "Stairway to Heaven", e ainda a continuação disso em "Houses Of The Holy", de 1973, o Led Zeppelin surgiu com um som mais maduro. Em, "Physical Graffiti", de 1975, a banda demonstra coesão e controle no que quer tocar. As músicas são bem trabalhadas e o guitarrista Jimmy Page guardou suas pirações na guitarra para os shows.
O quinto álbum dos ingleses é duplo inclusive em sua versão em CD. Interessante notar que além das músicas inéditas, como "In The Light", o Led Zeppelin inclui canções mais antigas, como "The Rover", e até que já estiveram em outros discos como "Houses Of The Holy".
O grande destaque do álbum é a épica "Kashmir". Com seus mais de oito minutos de duração, a canção é grandiosa em sua sonoridade, com direito a orquestra e tudo. "Kashmir" serviu para Puff Daddy criar a sua "Come With Me" para a trilha sonora do filme Godzilla, de 1998.
"In My Time Of Dying" é outra das principais faixas do disco duplo com 11 minutos. "Trampled Under Foot" mostra uma outra sonoridade do grupo composto à época por Robert Plant, vocal; Jimmy Page, guitarra; John Paul Jones, baixo e teclado; e John Bonham, bateria.
Especialmente no segundo disco, o Led Zeppelin experimenta novas sonoridades. Chega perto da country music em "Down By The Seaside". Faz um trabalho instrumental em "Bron-Yr-Aur".
Uma diferença clara no som é que o vocalista parou de gritar tanto quanto nos sucessos passados. É bem possível que suas cordas vocais já demonstrassem sinais de cansaço. Hoje, em 2009, Robert Plant mal consegue alcançar as mesmas notas.
Dados do álbum
Banda: Led Zeppelin
Nome: Physical Graffiti
Ano: 1975
Produtor: Jimmy Page
Músicas
Disco 1
1. Custard Pie
2. The Rover
3. In My Time Of Dying
4. Houses Of The Holy
5. Trampled Under Foot
6. Kashmir
Disco 2
1. In The Light
2. Bron-Yr-Aur
3. Down By The Seaside
4. Ten Years Gone
5. Night Flight
6. The Wanton Song
7. Boogie With Stu
8. Black Country Woman
9. Sick Again
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Led Zeppelin,
rock internacional
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Michael Jackson - "Thriller 25th Anniversary Edition"

Talvez não seja novidade, mas o que "Thriller - 25th Anniversary Edition" tem de melhor foi lançado em 1982, ou seja, o conteúdo do álbum original. O vocalista do Black Eyed Peas, Will.I.Am ficou responsável por algumas das novas versões dos antigos sucessos, assim como Akon e Kanye West produziram as faixas em que participam. A questão é que não há nada a fazer para melhorar o som original. Então, o resultado dessa comemoração de 25 anos de lançamento do disco mais vendido de todos os tempos é uma queda na qualidade.
O disco "Thriller" da década de 1980 está todo aí, incluindo os mega sucessos "Thriller", "Beat It" e "Billie Jean"; assim como as outras canções de destaque como "Wanna Be Startin' Somethin'" e "The Girl Is Mine", com participação especial do beatle Paul McCartney.
Terminadas as nove faixas originais, e o fim do melhor conteúdo do disco, a voz grave de Vincent Prince, aquela famosa do sucesso "Thriller", funciona como uma introdução para as novidades. A primeira é a única que tocou em rádios e é a melhor: "The Girl Is Mine 2008", com Will.I.Am. O black eyed pea preenche bem.
Já "P.Y.T. (Pretty Young Thing)" surge irreconhecível. É outra música, inclusive nos vocais de Michael Jackson daquela época, e também tem o toque de Will.I.Am. Akon participa e produz a versão "Wanna Be Startin' Somethin' 2008" sem muito a melhorar. Fergie canta com o super astro em "Beat It 2008", produzida pelo companheiro de Black Eyed Peas.
Kanye West é o último "estranho no ninho" com sua "Billie Jean 2008". Sem exceção, em todos os casos, as versões originais são melhores. No lançamento do ano passado ainda aparece uma faixa descartada nas gravações de 1982: "For All Time", uma balada cujo o maior interesse é o fator histórico. Mas essa não chega a ser ruim.
O DVD bônus com os clipes de "Billie Jean", "Beat It" e "Thriller" ganha corpo com a lendária apresentação de Michael Jackson de "Billie Jean" no especial "Motown 25: Yesterday, Today and Forever". É nesse palco que o astro faz pela primeira vez seu moonwalk.
Dados do álbum
Cantor: Michael Jackson
Nome: Thriller 25th Anniversary Edition
Ano: 2008
Músicas:
1. Wanna Be Startin' Somethin'
2. Baby Be Mine
3. The Girl Is Mine (com Paul McCartney)
4. Thriller
5. Beat It
6. Billie Jean
7. Human Nature
8. P.Y.T.
9. The Lady In My Life
10. Vincent Price Excerpt (Voice-Over Session)
11. The Girl Is Mine 2008 (com Will.i.am)
12. P.Y.T. 2008 (com Will.i.am)
13. Wanna Be Startin' Somethin' 2008 (com Akon)
14. Beat It 2008 (com Fergie)
15. Billie Jean 2008 (Kayne West mix)
16. For All Time (música inédita)
DVD
1. Billie Jean
2. Beat It
3. Thriller
4. Billie Jean - The Legendary Performance from Motown 25: Yesterday, Today and Forever
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pop internacional
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
"Acústico MTV Bandas Gaúchas"

Em 2005, a Music Television (MTV) brasileira tentou inserir algumas bandas gaúchas no rock nacional. Dos quatro escolhidos para esse especial, Bidê ou Balde, Cachorro Grande, Ultramen e Wander Wildner, o único que realmente vingou foi o som mais antigo da Cachorro Grande. Foi interessante a participação de ícones como Roger, Falcão e Paulo Miklos.
Bidê ou Balde teve um brilhareco com "Melissa", que nesse especial conta com a participação especial de Roger Moreira, do Ultraje A Rigor. Aliás, a banda que abre o especial tem destaque por apresentar as melhores composições "Microondas", "Bromélias", "Mesmo Que Mude", além da já citada.
Na seqüência do show, entram os "loucos" da Cachorro Grande. Com seu estilo mais largado, eles apresentam a gritaria de "Hey Amigo", a calmaria de "Que Loucura", a de letra interessante "Dia Perfeito", com participação especial de Paulo Miklos, do Titãs, "Sexperienced" e "O Dia de Amanhã".
O grupo mais deslocado desse especial é o Ultramen, que, como outros já fizeram, detonou com o formato ao trazer um DJ, cometendo o mesmo erro de Charlie Brown Jr. e O Rappa em seus respectivos "acústicos". A banda dos ultramanos fez sucesso comercial com "Máquina do Tempo", presente aqui, e só.
No especial, eles tocam ainda o puxado para o rap "Ultramanos", "Santo Forte", "Preserve" e "Dívida", em interessante participação especial de Falcão, do O Rappa.
Para fechar, o canal de TV escolheu uma das maiores estrelas do rock gaúcho entre os quase famosos, e ser quase famoso aqui não tem nada de perjorativo. É simplesmente o que é. Wander Wildner traz o seu punk brega em versão light para demonstrar grandes e ultrajantes canções como "Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro", "Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te Amo" e "Mantra das Possibilidades".
Entre as faixas mais lights está "Bebendo Vinho", que chegou a ganhar uma versão do Ira! anos atrás, e "No Ritmo da Vida", que encerra o disco e Wander Wildner dedica ao produtor Tom Capone, que morreu em Los Angeles num acidente de moto quando receberia um Grammy em 2004.
Dados da coletânea
Bandas: Bidê ou Balde, Cachorro Grande, Ultramen e Wander Wildner
Nome: Acústico MTV Bandas Gaúchas
Ano: 2005
Músicas
1. Microondas - Bidê ou Balde
2. Melissa - Bidê ou Balde com Roger do Ultraje A Rigor
3. Bromélias - Bidê ou Balde
4. Mesmo que Mude - Bidê ou Balde
5. Hey Amigo - Cachorro Grande
6. Que Loucura! - Cachorro Grande
7. Dia Perfeito - Cachorro Grande com Paulo Miklos do Titãs
8. Sexperienced - Cachorro Grande
9. O Dia de Amanhã - Cachorro Grande
10. Ultramanos - Ultramen
11. Dívida - Ultramen com Falcão do O Rappa
12. Máquina do Tempo - Ultramen
13. Santo Forte - Ultramen
14. Preserve - Ultramen
15. Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro - Wander Wildner
16. Bebendo Vinho - Wander Wildner
17. Eu Tenho uma Camiseta Escrita Eu Te Amo - Wander Wildner
18. Mantra de Possibilidades - Wander Wildner
19. No Ritmo de Vida - Wander Wildner
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Ultramen,
Wander Wildner
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Madonna - "Celebration"

Simplesmente completo. É dessa forma que podemos definir com clareza o novo DVD de Madonna, "Celebration", lançado nesse ano de 2009. Nele estão clipes de todos os singles que tiveram algum vídeo feito para esse fim. Desde o primeiro sucesso "Burning Up", de 1983, até o até então inédito "Celebration". Está tudo lá. São dois DVDs que somam 47 faixas. Esqueça seu lançamento anterior do gênero, o "Video Collection 1993-1999", está tudo aqui.
Os clipes estão em ordem cronológica. Do primeiro disco, posso destacar "Like A Virgin", "Material Girl" (onde imita passo por passo Marilyn Monroe), "Live To Tell", "Papa Don't Preach", "La Isla Bonita" (em que aparece vestida para dançar flamenco), "Like A Prayer" (polêmico vídeo na época porque a cantora aparece tendo affair com uma representação de Jesus), "Cherish", "Vogue" e "Erotica" (o mais polêmico de todos em sua fase mais sexual).
O segundo disco tem clipes mais conhecidos para os fãs mais jovens e desse destaco "Secret", "Ray Of Light", "The Power Of Good-Bye" (com uma excelente fotografia), "Beautiful Stranger", "Don't Tell Me" (em virtude de toda a áurea country), "What It Feels Like For A Girl" (em versão mais dançante do que a do disco em que foi lançada, "Music", de 2000, e também muito polêmica), "Die Another Day", "Love Profusion", "Hung Up", "Sorry", "Get Together", "Give It 2 Me" e "Celebration".
Além destes, "Miles Away" é uma junção de imagens da turnê da cantora pelo mundo. Essa que passou inclusive pelo Brasil com shows em São Paulo e Rio de Janeiro no final do ano passado.
* PS. Só depois de algum tempo percebi que falta um vídeo importante nessa coletânea: "American Life". Mas de qualquer forma, esse é o DVD mais completo lançado até agora da Madonna.
Dados do DVD
Cantora: Madonna
Nome: Celebration
Ano: 2009
Clipes:
CD 1
1. Burning Up
2. Lucky Star
3. Borderline
4. Like a Virgin
5. Material Girl
6. Crazy for You
7. Into the Groove
8. Live to Tell
9. Paper Don´t Preach
10. True Blue
11. Open Your Heart
12. La Isla Bonita
13. Who´s That Girl
14. Like a Prayer
15. Express Yourself
16. Cherish
17. Vogue
18. Justify My Love
19. Erotica
20. Deeper And Deeper
21. Rain
22. I'll Remember
CD 2
1. Secret
2. Take a Bow
3. Bedtime Story
4. Human Nature
5. I Want You
6. You´ll See
7. Frozen
8. Ray of Light
9. The Power of Good-Bye
10. Beautiful Stranger
11. American Pie
12. Music
13. Don´t Tell Me
14. What It Feels Like for a Girl
15. Die Another Day
16. Hollywood
17. Love Profusion
18. Hung Up
19. Sorry
20. Get Together
21. Jump
22. 4 Minutes
23. Give It 2 Me
24. Miles Away
25. Celebration
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Canela Brasil - "Aqui Ou Lá"

A banda joinvilense Canela Brasil montada pelos remanescentes da Canela Preta tem em seu CD "Aqui Ou Lá" uma bela produção com um som de qualidade. Lançado em 2005, o disco junta algumas canções bem rock, como "O Que Fica", a outras com mais influências regionais, como na faixa "Aqui Ou Lá". Fica bem característica a mistura de influências que vão desde Pink Floyd, O Rappa até Zé Ramalho e Gilberto Gil.
Nota-se essa disposição pelas versões disponibilizadas no site oficial www.canelabrasil.com: O Rappa, "O Que Sobrou do Céu"; Zé Ramalho, "Vila do Sossego"; e Gilberto Gil, "Esotérico". Esse último num ritmo à Raul Seixas. Da mesma forma, as composições próprias liberadas são "O Que Fica", "Aqui Ou Lá", "Brinquedos da China", "Santo Caminho" e "Quando Eu Parti".
No som e no visual do clipe de "O Que Fica" há uma forte áurea de Foo Fighters. A animação do começo e do final remetem aos vídeos do Linkin Park. A iluminação e as tomadas da Canela Brasil em ação lembram "All My Life" da banda de Dave Grohl. A produção tem espaço ainda para inserções road movie. Confira: http://www.youtube.com/watch?v=VQWdmGqWdAo.
A formação da Canela Brasil mudou desde o lançamento do disco. Hoje, o grupo é formado por Anderson Dresch, guitarra, violão, harmônica e vocal; Kleber Dresch, teclados e samplers; Tiago Luís, bateria; e Douglas Bifarone, baixo.
Dados do álbum
Banda: Canela Brasil
Nome: Aqui Ou Lá
Ano: 2005
Músicas
1.Brinquedos Da China
2.O Que Fica
3.Santo Caminho
4.É Li
5.Aqui Ou Lá
6.Único Indivíduo
7.Quando Eu Parti
8.Dias Secos
9.Silêncio No Mato
10.Borderline
11.Intro
12.Simples Presídio
13.Íris Da Alma
14.Infinito
terça-feira, 13 de outubro de 2009
"Zohan - O Agente Bom de Corte" e "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas"

É engraçado como o sexo é estereotipado de várias maneiras em diversos filmes de Hollywood. Hoje, vou tomar como exemplo duas produções bastante diferentes: a comédia esdrúxula "Zohan - Um Agente Bom de Corte", de 2008, com direção de Dennis Dugan, e com a mão de Adam Sandler, como estrela e um dos produtores; e a comédia romântica "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas", de 2009, do diretor Mark Waters, com Matthew McConaughey e Jennifer Garner.
Em "Zohan - Um Agente Bom de Corte", cujo título original é "You Don't Mess With The Zohan", Adam Sandler faz um agente antiterrorista super poderoso de Israel que sonha em ser cabeleireiro. A questão é que o personagem principal não demonstra o menor respeito pelas mulheres, falando de sexo de forma grosseira a todo o momento. Aliás, essa questão, que nem está na sinopse do filme, não agrega nada à história e tenta somente conseguir mais algumas piadas.
Em "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas", originalmente "The Ghosts Of Girlfriends Past", o sexo surge no personagem principal como uma válvula de escape para seus problemas. O rapaz é um garanhão, mas no fundo só tenta se esquecer de um coração partido. Isso nota-se no começo da produção e o final não se torna segredo nenhum. Desfecho, aliás, que é entregue logo no início para qualquer um que tenha um mínimo de inteligência.
Então, percebe-se que há formas diferentes de tratar o assunto. Em "Zohan", ele é totalmente descartável, nos dois sentidos. Tanto no próprio enredo, em que o sexo é supervalorizado, de forma até ignorante; quanto numa visão mais global em relação ao seu real significado dentro da trama.
Já em "Minhas Adoráveis...", ele faz parte da história de forma inteligente. Está certo que essa comédia romântica não é das melhores, mas cumpre bem o seu papel em deixar as mulheres satisfeitas com relação ao amor. Podemos dizer que esse filme até é "alugável", enquanto que "Zohan" não merece nem a perda de tempo.

Dados dos filmes
"Zohan - Um Agente Bom de Corte"
título original: You Don't Mess with the Zohan
gênero: Comédia
duração: 1h53min
ano de lançamento: 2008
direção: Dennis Dugan
produção: Jack Giarraputo e Adam Sandler
atores: Adam Sandler, John Turturro, Rob Schneider, Dave Matthews, Chris Rock, Mariah Carey
"Minhas Adoráveis Ex-Namoradas"
título original: Ghosts of Girlfriends Past
gênero: Comédia Romântica
duração: 1h40min
ano de lançamento: 2009
direção: Mark Waters
produção: Brad Epstein e Jonathan Shestack
atores: Matthew McConaughey, Jennifer Garner, Michael Douglas
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